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Em uma reunião intersetorial entre profissionais da saúde, educação e assistência social, o terapeuta ocupacional Felipe é questionado sobre sua função no acompanhamento de um grupo de adolescentes em vulnerabilidade, que apresentam histórico de evasão escolar, uso de substâncias e conflitos com professores.


A equipe de saúde espera que ele trabalhe “as habilidades socioemocionais” dos jovens, enquanto a escola pede “oficinas de disciplina e comportamento”.


Felipe propõe um projeto intitulado “Ocupar a Escola: corpos, espaços e sentidos”, com atividades de coautoria dos estudantes na reorganização dos espaços e regras do recreio, utilizando fotografia, teatro e grafite.


Diante da resistência de parte dos profissionais, que consideram a proposta “muito artística e pouco terapêutica”, qual fundamentação melhor justifica sua pertinência segundo Souza, Borba & Lopes (2024), Folha et al. (2023) e Mecca (2022)?

Durante a análise da rotina de uma escola do DF, uma terapeuta ocupacional identifica que crianças imigrantes recém-chegadas não participam das atividades de roda, evitam interações no recreio e se isolam durante atividades de brincadeira livre. As professoras interpretam isso como “timidez” ou “falta de interesse”, mas observações revelam barreiras linguísticas, ausência de mediação cultural e pouca flexibilidade nas regras de participação.


Com base na análise do brincar como prática sociocultural (Folha et al., 2023) e na concepção de escola como espaço de formação cultural e política (Souza et al., 2024), qual deve ser o foco da intervenção do terapeuta ocupacional?

De acordo com Araújo, Rodrigues e Maxta (2021), a compreensão da saúde mental das pessoas atingidas pelo rompimento da barragem de Brumadinho exige a consideração dos determinantes sociais, comunitários e ambientais. Nesse contexto, quais foram os principais dispositivos de cuidado utilizados pela Terapia Ocupacional para promover a saúde mental da comunidade?
Na citação “a terapia ocupacional deve ser entendida como uma entre as demais práticas sociais, capazes de criar as condições necessárias para a realização da transformação social”, referenciada no artigo de Araújo et. al. (2021), Rosa Berenice Francisco está discutindo: 
Em um território com alta incidência de isolamento social, o terapeuta ocupacional propõe a criação de um grupo de convivência intergeracional. Segundo os princípios da prática na APS, o principal objetivo dessa ação é: