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Um homem de 62 anos, destro, foi encaminhado para avaliação após sofrer um Acidente Vascular Encefálico (AVE) isquêmico há três meses. Durante a avaliação, o Terapeuta Ocupacional observou dificuldade para elevar o membro superior direito acima da cabeça e para realizar atividades como pentear os cabelos e alcançar objetos em prateleiras. O paciente apresenta compreensão preservada e consegue seguir comandos simples. O Terapeuta decide avaliar, de forma padronizada, a força muscular dos principais grupos musculares do ombro e a amplitude de movimento da articulação glenoumeral. Com base nos métodos e técnicas de avaliação da força muscular e da amplitude articular, assinale a alternativa CORRETA.

Sobre as intervenções de Terapia Ocupacional na Doença de Parkinson, analise as assertivas a seguir:

I. A Terapia Ocupacional busca favorecer a participação ocupacional por meio de adaptações ambientais, estratégias compensatórias e treinamento funcional.
II. A análise das atividades de vida diária auxilia na identificação das demandas ocupacionais e no planejamento terapêutico.
III. A intervenção deve restringir-se aos períodos de pior desempenho motor, evitando atividades durante os períodos “ON” da medicação.

Quais estão corretas? 
Durante o acompanhamento de uma mulher de 42 anos com tetraparesia espástica secundária à lesão medular cervical, o terapeuta ocupacional identificou limitações no desempenho de atividades de alimentação, uso de dispositivos eletrônicos e autocuidado. Considerando os princípios da Tecnologia Assistiva e o processo de seleção de recursos assistivos, assinale a alternativa correta. 
Um homem de 64 anos apresenta hemiparesia esquerda após acidente vascular cerebral isquêmico ocorrido há quatro semanas. Durante as atividades de vida diária, utiliza exclusivamente o membro superior não acometido, embora apresente movimento ativo suficiente no membro afetado para alcançar objetos leves. Considerando os princípios da neuroplasticidade, qual intervenção apresenta maior potencial para favorecer a recuperação funcional? 
Paciente de 30 anos, após TCE grave há um ano, recuperou independência no autocuidado, mas deixou atividades religiosas, familiares e esportivas. Relata insegurança em ambientes movimentados, dificuldade para organizar deslocamentos e cansaço diante de múltiplos estímulos. Nesse caso, deve-se: