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A reabilitação física na Terapia Ocupacional, segundo os aportes teóricos de Kielhofner e Christiansen, deve contemplar a rearticulação das dimensões físicas, cognitivas e psicossociais da ocupação, tendo como foco a retomada do engajamento significativo e da participação ativa do sujeito. Com base nessa perspectiva, qual alternativa expressa coerência com esse modelo de cuidado? 
No contexto hospitalar, uma das populações atendidas por terapeutas ocupacionais é a de pacientes que foram submetidos a transplante de medula óssea (TMO). Esse procedimento é utilizado para o tratamento de diferentes doenças graves, entre elas as neoplásicas. De acordo com Santos (2023), constituem-se objetivos gerais do processo terapêutico-ocupacional no cuidado da criança transplantada: 
Na hemiplegia resultante de um AVC, o posicionamento adequado do braço plégico deve ser garantido quando o paciente estiver no leito, na cadeira ou na cadeira de rodas. De acordo com Carvalho (2004), nesse posicionamento, as articulações do ombro e cotovelo devem estar: 
Segundo o Enquadramento da Prática da Terapia Ocupacional da AOTA (Gomes, Teixeira e Ribeiro, 2021), alguns tipos de intervenção em Terapia Ocupacional são voltados para oferecer suporte ao desenvolvimento das ocupações. Um tipo de intervenção que cumpre essa função é formado por modalidades, dispositivos e técnicas que têm por objetivo preparar o paciente para o desempenho ocupacional. Um exemplo desse tipo de intervenção, em contexto hospitalar, voltada a mulheres mastectomizadas, é:
A Política Nacional de Atenção Hospitalar prevê que a “assistência hospitalar no SUS será organizada a partir das necessidades da população, com a finalidade de garantir o atendimento aos usuários, baseado em equipe multiprofissional” (Brasil, 2013). Além disso, define que a “equipe de saúde será integralmente responsável pelo usuário a partir do momento de sua chegada, devendo proporcionar um atendimento acolhedor e que respeite as especificidades socioculturais”. De acordo com De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), a respeito do trabalho em equipe no contexto hospitalar, é correto afirmar: