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Alguns autores, como Pery Cotta (Jornalismo: teoria e prática, 2005), argumentam que algumas raízes “genéticas” do texto jornalístico estão presentes na Arte Retórica, de Aristóteles. O filósofo grego, por exemplo, fala daquilo que chama de “exórdio” como sendo o começo do discurso, no qual o orador deve expressar logo de entrada o que pretende dizer e apresenta o seu plano ao público. Os componentes do texto jornalístico que equivalem lógica e estruturalmente ao exórdio são
Considerando que a finalidade da língua é comunicar, seja pela fala, seja pela escrita, seja por imagens, assinale a opção em que são citadas as características comuns entre a redação oficial e a redação jornalística.
Os cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Cinema, Rádio e TV têm duração mínima exigida por lei para a obtenção do diploma, que deve ser cumprida pelas Universidades. O tempo para isso deve ser definido em semestres.
Assinale a alternativa correta em relação à direção mínima para obtenção do diploma em relação às profissões mencionadas.
“Paulistana, a jornalista Vera Íris Paternostro começou na Globo em 1974 foi editora-chefe do 'Jornal Hoje', responsável pela estruturação da Editoria Rio, uma das criadoras da GloboNews, e gerente de Desenvolvimento da emissora. Seu nome virou referência nas faculdades de Comunicação do Brasil. O livro 'O texto na TV – Manual do Telejornalismo', lançado em 1987, foi a primeira obra sobre como escrever texto de televisão, se tornando bússola para estudantes de várias gerações: “Os professores não tinham bibliografia para adotar nas aulas. Acho que o grande barato dele foi mostrar isso de uma forma clara, objetiva, linear e simples e que alcançava muitas pessoas.”
Disponível em: https://memoriaglobo.globo.com/perfil/vera-iris paternostro/noticia/vera-iris-paternostro.ghtml. Acesso em 24 jan.2023.
A principal orientação deste manual em relação ao texto na TV pode ser definida assim:
Na obra referencial "WEBJORNALISMO: 7 CARATERÍSTICAS QUE MARCAM A DIFERENÇA" (2014), sete autores de sete países detalham conceitos que definem basicamente o jornalismo na web. O sumário está assim distribuído:
Capítulo 1 Hipertextualidade: novas arquiteturas noticiosas - 3 João Canavilhas
Capítulo 2 Multimidialidade: informar para cinco sentidos - 25 Ramón Salaverría
Capítulo 3 Interatividade: Definições, estudos e tendências - 53 Alejandro Rost
Capítulo 4 Memória: Jornalismo, memória e história na era digital - 89 Marcos Palacios
Capítulo 5 instantaneidade: efeito da rede, jornalistas mobile, consumidores ligados e o impacto no consumo, produção e distribuição - 111 Paul Bradshaw
Capítulo 6 Personalização: análise aos 6 graus - 137 Mirko Lorenz
Capítulo 7 Ubiquidade: o 7.o princípio do jornalismo na era digital - 159 John V. Pavlik

Tratando da fruição do texto nas web em seu artigo “Hipertextualidade: novas arquiteturas noticiosas”, o pesquisador português João Canavilhas retoma o conceito “pirâmide deitada”, que vem trabalhando desde 2006. O conceito prevê uma organização textual que tira proveito do espaço da web para oferecer conteúdo aprofundado por meio de hiperlinks. Nesta conceituação de Canavilhas, prevêse níveis e organização da leitura, na ordem a seguir: