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O transtorno de pânico é um transtorno ansioso caracterizado pela presença de ataques recorrentes e inesperados de pânico (surtos abruptos de medo ou desconforto intenso que alcança um pico em minutos). Os tratamentos mais eficazes são a farmacoterapia e a terapia cognitivo-comportamental.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o tratamento do transtorno de pânico.
Paciente do sexo masculino, 25 anos, bancário, solteiro, superior completo em administração, procura psiquiatra para tratamento de crises de ansiedade. Na ocasião, sente muita taquicardia, tremores, sudorese nas mãos, medo e vontade de ir embora do ambiente. Explica que as suas crises de ansiedade sempre estão relacionadas com situações em que vai se expor a um público ou a uma plateia. Ultimamente, a frequência das crises aumentou bastante pois tem assumido uma nova função no trabalho onde, pelo menos, uma vez por semana, tem que coordenar uma reunião com a equipe em que está gerenciando. Lembra que, já na infância, não gostava de ser o centro das atenções, pois ficava com medo de passar vergonha com alguma situação embaraçosa. Na adolescência, sempre evitava apresentar algum trabalho na escola, pois achava que iria esquecer a fala e que os colegas iriam ficar rindo dele. Sempre teve muitos amigos, assim como namoros, inclusive duradouros. Define-se como uma pessoa tímida, mas que nunca teve problema em falar com pessoas estranhas.

De acordo com o caso clínico acima, assinale o diagnóstico mais provável:
Segundo a Organização Mundial de Saúde, um em cada quatro indivíduos apresenta ou já apresentou um transtorno de ansiedade. Assinala a alternativa correta em relação aos transtornos de ansiedade. 
Uma paciente de 47 anos relata preocupação constante com a sua saúde, tendo receio de que algo ruim aconteça. Quando está pior, relata dor precordial, que atribui ao coração “disparado”, e tem sensações de “morte iminente”, tonteira e parestesias. Geralmente esses sintomas duram apenas alguns minutos, mas são bastante desconfortáveis. A paciente já compareceu várias vezes à unidade de pronto atendimento durante as crises mais graves. Em geral é liberada para casa com a justificativa de que não apresentava nenhuma doença. Nega outras patologias ou o uso de drogas. 
O diagnóstico mais provável é: 

Uma paciente de 47 anos relata preocupação constante com a sua saúde, tendo receio de que algo ruim aconteça. Quando está pior, relata dor precordial, que atribui ao coração “disparado”, e tem sensações de “morte iminente”, tonteira e parestesias. Geralmente esses sintomas duram apenas alguns minutos, mas são bastante desconfortáveis. A paciente já compareceu várias vezes à unidade de pronto atendimento durante as crises mais graves. Em geral é liberada para casa com a justificativa de que não apresentava nenhuma doença. Nega outras patologias ou o uso de drogas.

O diagnóstico mais provável é: