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O tratamento dos transtornos de ansiedade envolve abordagens farmacológicas e psicoterapêuticas. Diferentes classes de medicamentos são utilizadas conforme o transtorno específico e características do paciente. A terapia cognitivo-comportamental demonstra eficácia comprovada. Qual é a primeira linha de tratamento farmacológico para transtorno de ansiedade generalizada e transtorno do pânico?
Uma paciente de 32 anos relata que, nos últimos 8 meses, tem sentido uma preocupação excessiva e difícil de controlar sobre diversas áreas da vida (trabalho, saúde do filho, finanças), mesmo quando não há motivos concretos. Relata também tensão muscular, irritabilidade e dificuldade para dormir. Nega ataques de pânico súbitos ou medos de objetos específicos. Diante do quadro clínico compatível com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), assinale a alternativa que apresenta um critério essencial para este diagnóstico segundo o DSM-5.
Homem, 45 anos de idade, busca atendimento ambulatorial. Refere ter procurado o pronto-socorro 3 vezes nos últimos 4 meses, com crises de dor precordial, taquicardia, falta de ar, formigamento nas mãos e tontura. Durante as crises, que ocorriam quando ele estava em casa, ficava muito assustado achando que iria morrer. Nos atendimentos de urgência, realizou eletrocardiogramas, radiografias de tórax e exames de sangue de urgência que apresentaram resultados normais. Devido às crises, passou a evitar andar de elevador por ter medo de ter uma crise e não poder sair ou receber ajuda. Não há queixas descritas entre as crises. Além do transtorno de pânico, qual é o diagnóstico mais apropriado a partir dos sintomas descritos? 
Uma paciente sobrevivente de acidente grave relata pesadelos recorrentes, flashbacks vívidos e evita situações que lembram o trauma. O diagnóstico CORRETO em relação ao caso é:
Mulher de 55 anos, atendida regularmente na clínica da família, apresenta múltiplas queixas físicas e flutuantes nos últimos dois anos, incluindo lombalgia, cefaleias, dores nas pernas e queixas gastrointestinais vagas, todas sem qualquer etiologia orgânica que justifique os sintomas. A paciente insiste em novos exames e demonstra grande sofrimento com suas queixas. Não há sintomas de humor (tristeza ou anedonia). A principal hipótese diagnóstica, nesse caso, é de transtorno: