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Concurso:
HU Brasil
Disciplina:
Psiquiatria
Mulher de 32 anos, com diagnóstico de transtorno de pânico,
apresenta episódios paroxísticos de ansiedade intensa,
manifestados por taquicardia, parestesia, sudorese e sensação de
morte iminente. Afirma estar sempre preocupada com a
possibilidade de manifestar novos episódios e evita locais onde
eles já ocorreram. Foi encaminhada para psicoterapia, como
parte do tratamento.
A abordagem psicoterapêutica que apresenta maior nível de evidência para o transtorno de pânico é
A abordagem psicoterapêutica que apresenta maior nível de evidência para o transtorno de pânico é
Concurso:
HU Brasil
Disciplina:
Psiquiatria
Mulher de 35 anos procura atendimento no pronto-socorro pela
6ª vez no último mês. Refere episódios súbitos de taquicardia,
sudorese intensa, tremores, dor no peito, sensação de falta de ar,
tontura e medo de "perder o controle" ou "enlouquecer". Relata
que os episódios duram de 5 a 15 minutos e são imprevisíveis. Já
realizou avaliação cardiológica completa (ECG, Holter,
ecocardiograma) e exames laboratoriais, todos normais. Nega
uso de substâncias. Entre os episódios, refere medo constante de
que uma nova crise possa ocorrer.
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
Mulher de 26 anos procura atendimento psiquiátrico após ter
sido levada 3 vezes ao pronto-socorro, nos últimos dois meses,
sempre com queixa de que “estava morrendo”. Os episódios
apresentaram início súbito, sem fator desencadeante
identificável (no último episódio, estava cochilando), alcançando
pico de intensidade em poucos minutos, com duração total de
aproximadamente 15 minutos, com remissão espontânea.
Manifestaram-se com taquicardia, sudorese, tontura, tremor,
sensação de sufocamento e medo de morrer.
Desde o 1º episódio, deixou de sair de casa sozinha, por medo de passar mal e não ter ajuda e sente-se preocupada em ter novas crises, na maior parte do tempo. Em todas às idas ao prontosocorro, eletrocardiograma, dosagem de troponina e exames laboratoriais (inclusive função tireoidiana) encontravam-se dentro da normalidade. Nega uso de substâncias psicoativas, medicações que possam justificar o quadro ou comorbidades. Ao final da consulta, diz estar mais tranquila, por saber que não irá morrer, mas ainda assim afirma que a sensação no momento da crise é desesperadora.
O diagnóstico mais provável é de
Desde o 1º episódio, deixou de sair de casa sozinha, por medo de passar mal e não ter ajuda e sente-se preocupada em ter novas crises, na maior parte do tempo. Em todas às idas ao prontosocorro, eletrocardiograma, dosagem de troponina e exames laboratoriais (inclusive função tireoidiana) encontravam-se dentro da normalidade. Nega uso de substâncias psicoativas, medicações que possam justificar o quadro ou comorbidades. Ao final da consulta, diz estar mais tranquila, por saber que não irá morrer, mas ainda assim afirma que a sensação no momento da crise é desesperadora.
O diagnóstico mais provável é de
Mulher de 32 anos, com diagnóstico de transtorno de pânico,
apresenta episódios paroxísticos de ansiedade intensa,
manifestados por taquicardia, parestesia, sudorese e sensação de
morte iminente. Afirma estar sempre preocupada com a
possibilidade de manifestar novos episódios e evita locais onde
eles já ocorreram. Foi encaminhada para psicoterapia, como
parte do tratamento.
A abordagem psicoterapêutica que apresenta maior nível de evidência para o transtorno de pânico é
A abordagem psicoterapêutica que apresenta maior nível de evidência para o transtorno de pânico é
Mulher de 35 anos procura atendimento no pronto-socorro pela
6ª vez no último mês. Refere episódios súbitos de taquicardia,
sudorese intensa, tremores, dor no peito, sensação de falta de ar,
tontura e medo de "perder o controle" ou "enlouquecer". Relata
que os episódios duram de 5 a 15 minutos e são imprevisíveis. Já
realizou avaliação cardiológica completa (ECG, Holter,
ecocardiograma) e exames laboratoriais, todos normais. Nega
uso de substâncias. Entre os episódios, refere medo constante de
que uma nova crise possa ocorrer.
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é