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Paciente do sexo feminino, 68 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos e hipertensão arterial sistêmica, procura atendimento psiquiátrico encaminhada pela endocrinologista. Refere que, há aproximadamente 8 meses, tem apresentado preocupação excessiva com a saúde dos filhos, com necessidade de fazer várias ligações telefônicas ao longo do dia para "ver se estão bem". Queixa-se de "nervos à flor da pele", irritabilidade, insônia e dores musculares difusas. Durante a consulta, menciona também sensação de formigamento e queimação nos pés, com início há cerca de 3 anos e piora progressiva.
Considerando as comorbidades e o quadro clínico, a melhor abordagem farmacológica é 
Mulher de 26 anos procura atendimento psiquiátrico após ter sido levada 3 vezes ao pronto-socorro, nos últimos dois meses, sempre com queixa de que “estava morrendo”. Os episódios apresentaram início súbito, sem fator desencadeante identificável (no último episódio, estava cochilando), alcançando pico de intensidade em poucos minutos, com duração total de aproximadamente 15 minutos, com remissão espontânea. Manifestaram-se com taquicardia, sudorese, tontura, tremor, sensação de sufocamento e medo de morrer.
Desde o 1º episódio, deixou de sair de casa sozinha, por medo de passar mal e não ter ajuda e sente-se preocupada em ter novas crises, na maior parte do tempo. Em todas às idas ao prontosocorro, eletrocardiograma, dosagem de troponina e exames laboratoriais (inclusive função tireoidiana) encontravam-se dentro da normalidade. Nega uso de substâncias psicoativas, medicações que possam justificar o quadro ou comorbidades. Ao final da consulta, diz estar mais tranquila, por saber que não irá morrer, mas ainda assim afirma que a sensação no momento da crise é desesperadora.
O diagnóstico mais provável é de
Mulher de 35 anos procura atendimento no pronto-socorro pela 6ª vez no último mês. Refere episódios súbitos de taquicardia, sudorese intensa, tremores, dor no peito, sensação de falta de ar, tontura e medo de "perder o controle" ou "enlouquecer". Relata que os episódios duram de 5 a 15 minutos e são imprevisíveis. Já realizou avaliação cardiológica completa (ECG, Holter, ecocardiograma) e exames laboratoriais, todos normais. Nega uso de substâncias. Entre os episódios, refere medo constante de que uma nova crise possa ocorrer.
O diagnóstico mais provável é 
Caso hipotético: Durante acompanhamento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um paciente de 48 anos, que permaneceu internado por 75 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devido a um quadro grave, relata mudanças importantes após 3 meses da alta hospitalar. Apresenta sintomas de revivescência do evento traumático, caracterizados por pesadelos recorrentes relacionados ao período de internação. Relata também comportamentos de evitação, recusando-se a falar sobre a experiência vivida e a retornar ao hospital, mesmo para consultas de acompanhamento. Evidenciam-se ainda sintomas de hiperativação, como irritabilidade, hipervigilância, dificuldade de concentração e resposta de sobressalto exagerada. Além disso, familiares observam alterações negativas em cognições e humor, incluindo humor persistentemente negativo (tristeza e isolamento) e sensação de realidade alterada.
Considerando o conjunto das manifestações apresentadas, é CORRETO afirmar que o quadro clínico sugere transtorno:

Analise as assertivas a seguir sobre o Transtorno do Pânic? (??).



I. O Transtorno do Pânico geralmente tem início no final da adolescência ou no início da vida adulta, embora possa ocorrer em qualquer faixa etária.


II. Os ataques de pânico caracterizam-se por episódios súbitos de medo intenso ou desconforto acentuado, acompanhados de sintomas fisicos e cognitivos.


III. Entre os sintomas fisicos dos ataques de pânico incluem-se palpitações, sudorese, tremores, sensação de falta de ar ou sufocamento, tontura, parestesias, náuseas e dor ou desconforto torácico.


IV. Entre os sintomas cognitivos dos ataques de pânico destacam-se tremores, parestesias, náuseas e dor torácica.



Está correto o que se afirma em: