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Uma senhora de 34 anos é encaminhada a um médico clínico para avaliação de suas queixas. Ela está convencida de que tem câncer de intestino, relata que em algumas ocasiões há sangue no papel higiênico e sente cólicas abdominais quando come demais. Um exame do prontuário médico revela diversas consultas anteriores associadas a essas mesmas queixas ou semelhantes, incluindo resultados repetidamente negativos de testes para sangue oculto nas fezes e resultados normais de colonoscopias (última há três meses). Ela continua com medo de morrer de câncer e pede uma nova colonoscopia. O diagnóstico mais provável é
Uma mulher de 54 anos é alcoolista, mas está sóbria há seis meses e é encaminhada a consulta. Ela recebeu o diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e recentemente foi medicada com um benzodiazepínico (bromazepan 3 mg a cada 12 h) por um médico clínico. O tratamento mais indicado para ela é 
 Mãe leva sua filha para o consultório do pediatra devido a alterações durante o sono. A criança tem 4 anos e frequentemente acorda aos gritos à noite, demonstra estar com muito medo, reage com socos e tapas ao ser tocada, e é impossível tranquilizá-la. Ela não se lembra de nada do ocorrido ao acordar na manhã seguinte. A patologia que tem maior probabilidade de estar associada a essa condição é
Uma mulher de 28 anos descreve sua história de “pavor de altura a vida toda”. Ela se sente incomodada em altura superior a três andares e, para planejar qualquer atividade (como consultas, compras, visitas, etc.), se antecipa em saber a altura dos prédios que poderá frequentar. Nas últimas vezes em que percebeu que se encontrava em uma altura distante do solo, sentiu um mal-estar terrível, incluindo tremores, sensação de vertigem, amortecimento e formigamento, bem como medo de morrer. O diagnóstico mais provável é
Algumas crianças com autismo costumam andar na ponta dos pés, e este é um dos comportamentos comuns a serem detectados como um sinal de alerta de um possível comprometimento no neurodesenvolvimento. As crianças que continuam a andar na ponta dos pés após os primeiros anos, podem geralmente fazer isso por hábito ou não, no decorrer do seu desenvolvimento.
Tecnicamente, o ato de andar na ponta dos pés pode ser causado por certos transtornos, incluindo o transtorno do espectro autista. Leia as afirmativas abaixo, e marque a associação correta:
I - O fato de uma criança andar na ponta dos pés, pode ter ligação com as questões de ansiedade da pessoa com autismo.
II - Existem muitas crianças sem qualquer distúrbio do neurodesenvolvimento que andam na ponta dos pés quando estão apenas começando a andar, e a maioria delas para de andar a medida que envelhece. 
III - Se observarmos que uma criança caminha na ponta dos pés, e apresenta outros comportamentos, seja no campo dos jogos, comunicação ou interação social, apresentando maiores preocupações, seria conveniente visitar um pediatra e fazer avaliação ortopédica.
IV - Muitas pessoas com autismo apresentam altos níveis de ansiedade. O fato de ter ansiedade faz com que a pessoa contraia os músculos e tenha um corpo mais rígido, e é possível que isso leve a uma marcha mais rígida, andando na ponta dos pés.
Estão corretas as afirmativas: