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Militar,35 anos, natural e procedente de Belo Horizonte, sem antecedentes psiquiátricos é encaminhado à Clínica Psiquiátrica do HPM pelo médico do Pronto Atendimento, após denotar preocupação excessiva, insônia inicial, irritabilidade, queda do rendimento laboral, que se iniciaram após internação há 40 dias da esposa em CTI por COVID-19. Ele se encontrava assintomático, com dois exames negativos RT-PCR para COVID-19.
Relatou que se sentia pior há 30 dias e que com o passar dos dias se sente melhor, especialmente após a extubação da esposa, já conseguindo se distrair com atividade física e filmes. Mesmo assim, exibe irritabilidade que o incomoda bastante. Não apresenta humor deprimido, anedonia ou sintomas físicos de ansiedade. Paciente foi orientado ao uso de alprazolam 0,25mg, se necessário, e a técnicas de relaxamento.
O diagnóstico CORRETO apresentado pelo militar, segundo o DSM-5, é:
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Sobre o tratamento do transtorno de ansiedade generalizada (TAG), assinale a alternativa correta:
O transtorno de ansiedade generalizada diferencia-se do transtorno de pânico pela:
Mulher,77 anos, professora aposentada, procura atendimento por queixas de “falhas de memória” e sensação constante de inquietação. Relata preocupação excessiva com doenças, dificuldade para relaxar, tensão muscular e sono não reparador. Demonstra medo persistente de desenvolver demência. Durante a avaliação, mantém-se orientada, com discurso organizado, porém com evidente distraibilidade. Teste cognitivo mostra desempenho preservado, exceto leve dificuldade de evocação tardia (MEEM 26/30, ensino superior). Nega tristeza persistente, mas descreve sensação de apreensão diária. Familiares relatam comportamento repetitivo de checagem de exames e consultas médicas frequentes. Considerando o diagnóstico mais provável de acordo com a descrição apresentada, é correto afirmar que:
Esta entidade caracteriza-se por tratar de pensamentos, imagens mentais ou impulsos para agir, quase sempre angustiantes para o sujeito. Às vezes, trata-se de hesitações intermináveis entre várias opções, que se acompanham frequentemente de uma incapacidade de tomar decisões banais, mas necessárias à vida cotidiana. Existe uma relação particularmente estreita entre as ruminações obsessivas e a depressão, e deve-se somente preferir um diagnóstico de transtorno obsessivo-compulsivo quando as ruminações surgem ou persistem na ausência de uma síndrome depressiva. Qual alternativa apresenta a entidade referida?