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No que diz respeito ao atendimento psicológico de urgência/emergência no ciclo gravídico-puerperal (Chiattone, 2007), correlacione a primeira coluna com a segunda.
1. Transtornos Depressivos.
2. Disforia do pós-parto.
3. Nascimento Prematuro.
4. Aborto.
5. Má-formação fetal.
( ) Condição causadora de intensa angústia para pais, profissionais e familiares. O papel do psicólogo neste tipo de intercorrência é, essencialmente, o auxílio no reestabelecimento do vínculo entre mãe e bebê e dos pais com a equipe de saúde.
( ) Fenômeno bastante comum e essencialmente fisiológico, que geralmente não compromete o funcionamento social e a relação mãe-bebê. Os sintomas de remissão espontânea sugerem que não há necessidade de tratamento específico, cabendo ao psicólogo, entretanto, a avaliação individualizada, pois a persistência de sintomas pode ser sugestiva de possibilidade de agravamento do quadro.
( ) São especialmente frequentes em mulheres com antecedentes de perda gestacional, assim como história clínica de abortos espontâneos. No planejamento terapêutico, reações de luto normais ou de sintomatologia grave e antecedentes psiquiátricos devem ser considerados como fatores de risco.
( ) O atendimento psicológico envolve pais e bebês, objetivando a melhora da interação, auxílio na reaproximação, compreensão e discriminação de seu filho, além do trabalho no conflito entre o bebê real e o imaginário.
( ) Geralmente é visto pela sociedade como um luto injustificado, embora encontre-se vivo e presente na fantasia materna. O acompanhamento psicológico deve envolver três aspectos: acolhimento e escuta empática; ajuda na transformação de um projeto de vida numa lembrança saudável; auxílio na elaboração do sentimento de culpa.
A sequência correta é:
I. Um período com características de humor anormal e elevado, expansivo ou irritável e aumento anormal e persistente da atividade dirigida a objetivos ou da energia, com duração mínima de uma semana e presente na maior parte do dia, quase todos os dias.
II. Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida periódicas sem um plano específico, tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio.
III. A perturbação do humor é suficientemente grave a ponto de causar prejuízo acentuado no funcionamento social ou profissional ou para necessitar de hospitalização a fim de prevenir dano a si mesmo ou a outras pessoas.
IV. Durante o período de perturbação do humor e aumento da energia ou atividade, deve aparecer pelo menos três dos sintomas: autoestima elevada, redução da necessidade de sono, loquacidade, fuga de ideias e distratibilidade, sendo em grau significativo e representam uma mudança notável do comportamento habitual.
V. Sentimentos de inutilidade, culpa excessiva ou inapropriada que podem ser delirantes, ocorrendo quase todos os dias.