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Um paciente busca atendimento psicológico dizendo
sentir-se “diferente", tendo seu contato com os amigos se
tornado mais distante, seus sentimentos variando pouco, e
com dificuldades na vida social que não consegue explicar
ou entender. Perguntado pelo psicólogo sobre quando isso
teve início, o paciente responde que depois de um período
em que começou a ver vultos pela casa e a ouvir vozes,
controlado em seguida peio uso de medicamentos.
Contudo, o que o incomoda agora são as dificuldades
relatadas inicialmente, e que seu psiquiatra sugeriu que
fossem levadas ao psicólogo. De acordo com
Dalgalarrondo (2008), qual a hipótese diagnóstica para
esse paciente?
Assinale a opção que apresenta, segundo Dalgalarrondo
(2008), uma forma de psicose caracterizada pelo
surgimento e desenvolvimento de um delírio, geralmente
sistematizado, com ausência de alucinações, e que
permanece como que "cristalizado" em um domínio da
personalidade do indivíduo, com relativa preservação do
resto do psiquismo, e que via de regra tem um curso
crônico e estável.
A identificação e o diagnóstico da hipomania apresentam
alguns desafios, não sendo trivial e implicando o uso de
medicações e tratamentos específicos para o quadro.
Portanto, sua relevância está no diagnóstico diferencial
de alguns transtornos, mas, principalmente, na identificação e na diferenciação entre
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico dos
Transtornos Mentais (DSM-5), ao diferenciar luto de um
episódio depressivo maior (EDM), é útil considerar que
Os transtornos mentais relacionados à gestação e parto podem ser classificados em:
I- Tristeza materna, blues puerperal ou baby blues: É definido como estado depressivo mais brando, transitório, que aparece em geral no terceiro dia do pós-parto e tem duração aproximada de duas semanas. Caracteriza-se por fragilidade, hiperemotividade, alterações do humor, falta de confiança em si própria, sentimentos de incapacidade. A equipe deve fornecer apoio à mulher e monitorar a evolução do quadro;
II- Depressão puerperal: os sintomas associados incluem perturbação do apetite, do sono, decréscimo de energia, sentimento de desvalia ou culpa excessiva, pensamentos recorrentes de morte e ideação suicida, sentimento de inadequação e rejeição ao bebê, humor deprimido, redução da autoconfiança e auto-estima, pessimismo, ansiedade e choro fácil, necessitando de abordagem multiprofissional e interconsulta com psiquiatra e/ou psicólogo;
III- Psicose pós-parto: manifestação mais rara, ocorre entre 1,1 e 4 puérperas para cada 1.000 nascimentos. O início é abrupto e os sintomas surgem até 2 ou 3 semanas pós-parto, ou seja, quando já se encontra fora da maternidade.
Dos itens acima:
I- Tristeza materna, blues puerperal ou baby blues: É definido como estado depressivo mais brando, transitório, que aparece em geral no terceiro dia do pós-parto e tem duração aproximada de duas semanas. Caracteriza-se por fragilidade, hiperemotividade, alterações do humor, falta de confiança em si própria, sentimentos de incapacidade. A equipe deve fornecer apoio à mulher e monitorar a evolução do quadro;
II- Depressão puerperal: os sintomas associados incluem perturbação do apetite, do sono, decréscimo de energia, sentimento de desvalia ou culpa excessiva, pensamentos recorrentes de morte e ideação suicida, sentimento de inadequação e rejeição ao bebê, humor deprimido, redução da autoconfiança e auto-estima, pessimismo, ansiedade e choro fácil, necessitando de abordagem multiprofissional e interconsulta com psiquiatra e/ou psicólogo;
III- Psicose pós-parto: manifestação mais rara, ocorre entre 1,1 e 4 puérperas para cada 1.000 nascimentos. O início é abrupto e os sintomas surgem até 2 ou 3 semanas pós-parto, ou seja, quando já se encontra fora da maternidade.
Dos itens acima: