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Leia o caso clínico a seguir.

Paciente vítima de colisão de carro contra anteparo fixo. Usava cinto de segurança de duas pontas. Deu entrada na emergência com quadro de dor abdominal moderada e sangue no meato uretral. Realizada tomografia computadorizada com contraste EV, evidenciando extravasamento de contraste na fase tardia, a partir da bexiga, para a goteira parieto-cólica direita.

Nesse caso, qual é a melhor conduta?
É contraindicação absoluta a uma biópsia renal percutânea:
Leia o relato clínico a seguir.

Mulher de 60 anos, com queixa de urgência miccional, polaciúria e noctúria, que pioram com o esforço físico, há cerca de cinco anos e piora nos últimos meses. Tem antecedentes de três gestações, todas cesarianas e de terapia hormonal, desde a menopausa, aos 50 anos. O exame físico não visualizou nenhuma alteração e os exames não mostraram nenhum processo infeccioso e/ou metabólico.

Diante desde quadro, a hipótese diagnóstica mais provável é a
O uso de antibióticos profiláticos pode ser considerado uma abordagem inespecífica para a prevenção de infecções do trato urinário (ITU) recorrentes. A eficácia da profilaxia foi questionada, mesmo em crianças com refluxo vesico-ureteral (RVU), por várias séries randomizadas relativamente pequenas, incluindo crianças com baixas notas de RVU. Como pode ser esperado, o benefício dos antibióticos profiláticos é mais facilmente demonstrado quando usados em populações específicas sabidamente de alto risco para ITU recorrente. Em relação às ITUs recorrentes é conhecido que:
Leia o texto a seguir.

De acordo com Matsuno et al. (1984), Brown et al. (1987), McLellan et al. (2002), Shukla et al. (2005) e Rubenwolf et al (2016), por relato histórico, pode-se deduzir que a maioria dos megaureteres sem refluxo segue um curso benigno e se resolve espontaneamente nos primeiros anos de vida). Tal constatação foi confirmada por Ranawaka e Hennayake (2013) que, a partir de estudo observacional prospectivo, mostrou que a resolução completa e o tempo de resolução foram inversamente relacionados ao diâmetro ureteral. Por outro lado, os pacientes com diâmetros ureterais >10 mm eram mais propensos a complicações, como ITUs febris recorrentes, formação de cálculos e dor abdominal, com apenas 17% resolvendo completamente e um total de 21% deles exigindo intervenção cirúrgica.

Neste contexto, a cirurgia no caso de megaureter primário obstrutivo deve ser considerada quando os pacientes são sintomáticos e têm