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Mulher de 69 anos (não obesa e sem alterações da coagulação), apresenta dor recorrente em flanco esquerdo há 3 meses. A tomografia sem contraste (protocolo para litíase urinária) evidencia cálculo de 7,0 mm localizado em cálice inferior esquerdo, densidade de 400 UH, distância pele-cálculo de 8,0 cm, infundíbulo curto (1,0 cm) e ângulo infundíbulo-piélico de 95º. Ausência de malformações do trato urinário.
Considerando as características anatômicas apresentadas e as recomendações atuais da European Association of Urology (EAU), qual modalidade terapêutica inicial apresenta a melhor relação entre eficácia e menor invasividade para essa paciente?
Lactente masculino de 14 meses está internado em enfermaria de pediatria para tratamento de uma pielonefrite aguda, por meio de antibiótico venoso. Solicitada ultrassonografia renal e de vias urinárias que evidenciou, apenas, hidronefrose bilateral. A mãe do menor relata outros dois internamentos prévios pelo mesmo diagnóstico (o que foi comprovado pelos resumos de alta). Paciente recebeu alta com quimioprofilaxia oral e solicitação para realizar uretrocistografia miccional (UCM) em nível ambulatorial, desde que urocultura negativa. A UCM foi realizada, e uma das imagens encontra-se abaixo:

Imagem associada para resolução da questão


Sobre este caso, analise as assertivas abaixo:
I. A quimioprofilaxia foi bem indicada na alta hospitalar, e uma das opções é o emprego de sulfametoxazol e trimetoprima na posologia de um quarto da dose terapêutica, uma vez ao dia.
II. A imagem da UCM evidencia achados típicos de válvula de uretra posterior.
III. A cintilografia renal com ácido dimercaptosuccínico-tecnécio-99 deve ser solicitada, pois a principal hipótese diagnóstica para este lactente é de estenose da junção ureteropélvica à direita e displasia renal à esquerda.
IV. A hipótese mais provável para este paciente é de estenose da junção ureterovesical à direita e megaureter à esquerda.
Podemos afirmar que
Homem de 63 anos apresenta PSA de 2,1 ng/mL e toque retal normal. A biópsia prostática revelou adenocarcinoma Gleason 3 + 4 = 7 (ISUP 2), acometendo 3 de 19 fragmentos, com baixo volume tumoral e ausência de padrão cribriforme. A ressonância magnética não evidenciou extensão extracapsular nem invasão de vesículas seminais.

Com base nesses dados, qual é a classificação de risco adequada para esse paciente?
Homem de 72 anos, com bom estado geral e expectativa de vida superior a 10 anos, apresenta PSA de 32 ng/mL. O toque retal evidencia nódulo endurecido ocupando o lobo direito da próstata. A ressonância magnética demonstra lesão PI-RADS 5 com sinais de extensão extracapsular, sem invasão de vesículas seminais. A biópsia prostática revela adenocarcinoma acinar Gleason 4 + 4 = 8 (ISUP 4) em 10 de 12 fragmentos. O PET-PSMA não evidencia metástases linfonodais ou a distância.

Considerando as diretrizes atuais, qual é a conduta adequada para esse paciente?
Em relação aos fatores de risco associados ao desenvolvimento do câncer de pênis, assinale a alternativa correta.