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Observe o trecho da canção: Tá chegando o fim das épocas, vai pegar fogo no mundo, / e o pior, que os vagabundos toca música estrangeira / em vez de aproveitar o que é da gente do Nordeste. / Vou chamar de mentiroso quem dizer que é cabra da peste.

Nessa passagem, o autor vale-se de registros coloquiais, em conformidade com suas intenções comunicativas, em função do gênero textual utilizado. Isso se comprova com as expressões:

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“Seria ingênuo pensar que esse mito desapareceu com a recente crise, mas, que ele está mal das pernas, está.” (ANEEL,2010) O sentido da expressão “mal das pernas”, característica da oralidade, seria prejudicado caso se substituísse “mal” por mau.
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Marque a passagem que NÃO exemplifica o registro coloquial da língua.
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“É simplista, porém, justificar o que aconteceu com o fato de o jovem não se sentir representado."
Observe que Jorge Bouer escreveu “de o jovem" e não “do jovem". Diferentemente do que acontece na fala, a escrita não aceita a contração da preposição com um artigo em certos casos. Em qual das sentenças abaixo a contração é VETADA na escrita culta?
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A autora do blog usa uma linguagem bastante informal, desviando-se em alguns momentos da norma culta. Observe os fatos extraídos do texto:
1. As formas verbais do indicativo com o pronome “tu”, de segunda pessoa (“tu vem”, “tu acredita”– linhas 2 e 11).2. A forma usada do imperativo afirmativo com o pronome “tu” de segunda pessoa (“abre os olhos” – linha 12).3. A forma usada do imperativo negativo com o pronome “tu” de segunda pessoa (“não vem” – linhas 1 e 2).4. O uso das expressões “há muito tempo” e “faz muito tempo”, retomando fatos passados (linha 4).
Que fatos constituem exemplos de transgressão à linguagem escrita culta?