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Concurso:
Prefeitura de Crato - CE
Disciplina:
Literatura
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A forma poética
usada por Patativa no poema "O que mais dói" é
chamada de:
Concurso:
Prefeitura de Morro Redondo - RS
Disciplina:
Literatura
Quanto à versificação, à métrica e às
características formais das composições poéticas de forma
fixa, analise as partes que seguem:
(1ª parte) O haicai tradicional de origem japonesa, apresenta três versos, tradicionalmente organizados em um esquema de 5, 7 e 5 unidades sonoras.
(2ª parte) A estrutura do soneto tradicional exige a manutenção contínua das mesmas consoantes de apoio em todas as rimas, impedindo a alternância entre rimas intercaladas (ABBA) e cruzadas (ABAB).
Pode-se afirmar que:
(1ª parte) O haicai tradicional de origem japonesa, apresenta três versos, tradicionalmente organizados em um esquema de 5, 7 e 5 unidades sonoras.
(2ª parte) A estrutura do soneto tradicional exige a manutenção contínua das mesmas consoantes de apoio em todas as rimas, impedindo a alternância entre rimas intercaladas (ABBA) e cruzadas (ABAB).
Pode-se afirmar que:
Concurso:
Prefeitura de Itapiranga - SC
Disciplina:
Literatura
LÍNGUA PORTUGUESA
Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela, E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!", E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: Tarde, 1919. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/12986/lingua-portuguesa. Acesso em: 7 ago. 2026.
Em aula destinada à análise literária, o professor solicita que a turma examine os recursos expressivos empregados por Olavo Bilac na construção do elogio ao idioma, atentando para a relação entre as imagens dos quartetos e o fecho do soneto. A análise que se sustenta na materialidade do texto é a de que:
Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela, E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!", E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: Tarde, 1919. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/12986/lingua-portuguesa. Acesso em: 7 ago. 2026.
Em aula destinada à análise literária, o professor solicita que a turma examine os recursos expressivos empregados por Olavo Bilac na construção do elogio ao idioma, atentando para a relação entre as imagens dos quartetos e o fecho do soneto. A análise que se sustenta na materialidade do texto é a de que:
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A partir da leitura e da análise do texto, foi proposta uma atividade de produção de poemas concretos, com ênfase na crítica
social expressa pelo poema estudado, na sua construção literária e nas suas implicações cotidianas. Diante desse contexto, qual
proposta atende à finalidade da atividade?
Concurso:
Prefeitura de Sertãozinho - SP
Disciplina:
Literatura
Leia o seguinte trecho do poema de abertura de Alguma poesia, a primeira obra publicada por Carlos Drummond de Andrade.
Poema de sete faces [...] As casas espiam os homens que correm atrás de mulheres. A tarde talvez fosse azul, não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração. Porém meus olhos não perguntam nada. [...]
Na segunda geração modernista, esse poema representou a seguinte fase:
Poema de sete faces [...] As casas espiam os homens que correm atrás de mulheres. A tarde talvez fosse azul, não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração. Porém meus olhos não perguntam nada. [...]
Na segunda geração modernista, esse poema representou a seguinte fase: