“Os mais fortes laços que lhes mantêm a integridade social
não serão senão os primários e mais rudimentares vínculos
humanos, os resultantes direta e imediatamente das relações de
trabalho e produção: em particular, a subordinação do escravo ou
do semiescravo ao seu senhor. Muito poucos elementos novos se
incorporarão a este cimento original da sociedade brasileira, cuja
trama ficará assim reduzida quase exclusivamente aos tênues e
sumários laços que resultam do trabalho servil”.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo: colônia. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1999., p. 341.
Caio Prado Júnior compreende não ter havido, no Brasil, uma ruptura com o passado colonial. Nesses termos, no que se refere à relação de trabalho, resta evidente
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo: colônia. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1999., p. 341.
Caio Prado Júnior compreende não ter havido, no Brasil, uma ruptura com o passado colonial. Nesses termos, no que se refere à relação de trabalho, resta evidente