Após o período de redemocratização mais recente
do Brasil, muitas teorias pedagógicas da Educação
Física foram constituídas. Na perspectiva de Bracht
(1999), as teorias progressistas do componente curricular (crítico-superadora e crítico-emancipatória)
possuem a intencionalidade de possibilitar que os sujeitos possam agir autônoma e criticamente na esfera
da cultura corporal ou de movimento como cidadãos
conscientes para transformar as desigualdades da sociedade.
Para que esse objetivo seja conquistado, o objeto de ensino da Educação Física (movimentar-se humano) precisa ser entendido como um fenômeno
Para que esse objetivo seja conquistado, o objeto de ensino da Educação Física (movimentar-se humano) precisa ser entendido como um fenômeno