Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Quarentena de afeto
O Brasil tem passado por uma recessão, reflexo do quadro
social e sanitário. Ainda assim, segundo Nelo Marraccini, do IPB,
mesmo com as dificuldades impostas pela crise que veio junto da
pandemia, muitas famílias não deixam de cuidar de seu pet.
O abandono aumentou, mas as buscas por adoção subiram
400% de acordo com a União Internacional Protetora dos Animais
(Uipa).
Entre os que assumiram as “alegrias e agruras” de um
animalzinho no período da pandemia, está o casal Marina e
Renan Malta do Rio de Janeiro. “Em março do ano passado,
quatro meses depois de casados, nós nos vimos trabalhando em
home office, sem poder sair de casa. Então resolvemos realizar
um sonho e adotar a Lily, um filhote vira-lata de 32 dias. Todo
mundo nos dizia que cuidar de um animal dá muito trabalho, mas
que compensa, o que é verdade. A gente só não contava que ela
apresentasse problemas comportamentais”, conta Marina.
“Além de roer quase todos os móveis com seus dentinhos
afiados, Lily passou a se sentir a dona da casa entre três e quatro
meses, mostrando-se reativa e agressiva. Nesse momento, eu
precisei pesquisar tudo sobre o mercado pet e descobri vários
serviços e produtos. Contratamos, então, o primeiro adestrador e
a colocamos na creche para ajustar a rotina e a socialização.
Também conheci os mordedores naturais, que estimulam o
instinto do cão e são importantes na preservação do meio
ambiente. Assim, ela extravasa toda energia e não rói mais os
móveis.”
(Revista Proteste)
Dentre as alternativas abaixo, a que apresenta um par de
parônimos é: