Texto CB1A1-I
A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha
estratégica que implica competitividade, condição que exige o
melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo,
portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas,
assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no
mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e,
no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes
internacionais, seja para modernizar seus processos de produção
com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.
No comércio internacional, as modalidades de pagamento
e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que
implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e
recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da
empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.
Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve
considerar a operação completa — compra da matéria-prima,
produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor
ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter
ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo
que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos,
não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário
definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças,
os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer
a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial
às operações de comércio internacional. A empresa interessada
em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio
capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e
na execução de seu projeto de comércio exterior.
Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações)
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, assinale a
opção correta.