As principais correntes de pensamento do Serviço Social brasileiro, como o Serviço Social Crítico e o Serviço Social de Intenção de Ruptura, propuseram uma guinada radical na inserção profissional da categoria, defendendo a desvinculação completa das instituições estatais e a atuação exclusiva em movimentos sociais autonomistas, como forma de garantir a pureza ideológica da intervenção.