Casos de cetoacidose euglicêmica em usuários de empagliflozina são relatados em séries clínicas desde Peters et al. (Diabetes Care, 2015), caracterizando acidose metabólica com ânion gap elevado e glicemias normais. A conduta preconizada envolve reposição hídrica vigorosa, suspensão do inibidor, além de insulina associada a glicose para reverter a lipólise aumentada. Nessa situação clínica, qual abordagem é mais eficaz?