Uma paciente de 24 anos, nuligesta, usuária de Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre, procura o pronto-atendimento com quadro de dor pélvica intensa, febre (38,5°C), dispareunia e corrimento vaginal purulento há 48 horas. Ao exame físico, apresenta dor à palpação abdominal em hipogástrio, dor intensa à mobilização do colo uterino e dor à palpação anexial bilateral. A ultrassonografia transvaginal revela hidrossalpinge bilateral e um abscesso tubo-ovariano à direita medindo 5 cm. O diagnóstico de Doença Inflamatória Pélvica (DIP), estádio III de Monif, é estabelecido. Qual é a conduta terapêutica para este caso?