No campo da composição coreográfica contemporânea, alguns criadores rejeitam as estruturas hierárquicas, lineares e narrativas tradicionais, propondo modos de criação em que o movimento se desenvolve por conexões múltiplas, interações horizontais e associações não causais. Nessas abordagens, o corpo é compreendido como um campo de forças, e a criação coreográfica se dá por meio de fluxos, ramificações e redes que podem ser acessadas de qualquer ponto, sem centro ou direção única. Esse tipo de organização, inspirado na filosofia de Gilles Deleuze e Félix Guattari, é denominado: