As práticas artísticas contemporâneas têm oferecido ao ensino da arte uma “plataforma para pensar”, como é dito por Nestor Garcia Canclini. Para Luciana Gruppelli Loponte, trata-se de compreender a arte como um lugar do qual partem inquietações, angústias não nomeadas, perguntas sem resposta e uma atenção constante sobre os movimentos da sociedade que nos cerca. Essa concepção modifica as relações entre as artes visuais e o seu ensino na escola porque: