Na avaliação audiológica infantil, especialmente em neonatos e lactentes, a aplicabilidade e interpretação dos potenciais evocados auditivos de tronco encefálico (PEATE) impõem desafios técnicos e clínicos que extrapolam a mera detecção de limiares auditivos. Considerando a integração entre maturação neural, sincronização sináptica e desenvolvimento da via auditiva, qual proposição expressa, com maior rigor técnico, uma implicação neurofisiológica dessa ferramenta diagnóstica?