Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins destacam que: “O “falar sobre o mundo” simbolizado pelo mito está impregnado do desejo humano de afugentar a insegurança, os temores e a angústia diante do desconhecido, do perigo e da morte. Para tanto, os relatos míticos sustentam-se na crença, na fé em forças superiores que protegem ou ameaçam, recompensam ou castigam. Entre as comunidades tribais, os mitos constituem um discurso de tal força que se estende por todas as esferas da realidade vivida” (2009. Adaptado).

Desse modo, para as autoras, quando o mito “falar sobre o mundo” são