Segundo Vallaux, trata-se de conceito que deve ser
concebido muito mais como zonas do que como linhas
formais. Constituiria, assim, antes de tudo, uma área
que se destina simultaneamente às interpenetrações
e às separações entre os Estados, assumindo, desse modo, respectivamente, um conteúdo econômico
(o incessante movimento de mercadorias e bens em
geral que circulam amplamente) e político (os territórios sob jurisdição de cada Estado). Pela sua natureza
complexa, constituiriam, antes de tudo, “zonas vivas”,
sejam elas “naturais” (quando se identificam com um
dos elementos físicos), ou “artificiais” (linhas formais).
(Wanderley da Costa, Geografia política e geopolítica. Discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
O autor refere-se no texto ao conceito de
(Wanderley da Costa, Geografia política e geopolítica. Discursos sobre o território e o poder, 2010. Adaptado)
O autor refere-se no texto ao conceito de