Estudos em dentes posteriores demonstraram a presença de tecido necrótico e biofilme nos istmos, mesmo após o preparo químico-mecânico dos canais radiculares, indicando que os métodos de desinfecção têm ação limitada nessas regiões.


Atualmente, com o advento da microscopia clínica e de sistemas de preparo e irrigação ultrassônicos, é possível identificar e tratar a maior parte das áreas de istmo usando pontas ultrafinas.


Usando microtomografia computadorizada, Fan e colaboradores descreveram diferentes configurações para os istmos na raiz mesial dos molares inferiores. Em relação a essas configurações, assinale a alternativa correta.