Paciente feminina, 24 anos, procura a emergência com quadro de
dor abdominal, de moderada a forte intensidade, no quadrante
inferior do abdome, de caráter progressivo, iniciada há quatro
dias. Relata que nas últimas 24h vem apresentando febre de até
38,6 °C, adinamia, náuseas e anorexia. Não tem queixas urinárias
e não evacuou durante todo esse período.
No exame físico apresenta fácies álgica, desidratada, corada, FR 22 ipm, SatO2 96%, FC: 102 bpm e PA 118 x 73 mmHg. Ao exame, abdome distendido, doloroso a palpação no flanco e fossa ilíaca direita, na qual percebe-se plastrão de limites imprecisos. O exame laboratorial demonstra 21.240 leucócitos com 11 bastões e PCR de 9,7. A tomografia computadorizada demonstra grande massa de aspecto inflamatório na fossa ilíaca direita, de limites imprecisos, com borramento da gordura adjacente, não sendo possível a dissociação do ceco e do íleo.
Diante desse quadro, a melhor conduta é
No exame físico apresenta fácies álgica, desidratada, corada, FR 22 ipm, SatO2 96%, FC: 102 bpm e PA 118 x 73 mmHg. Ao exame, abdome distendido, doloroso a palpação no flanco e fossa ilíaca direita, na qual percebe-se plastrão de limites imprecisos. O exame laboratorial demonstra 21.240 leucócitos com 11 bastões e PCR de 9,7. A tomografia computadorizada demonstra grande massa de aspecto inflamatório na fossa ilíaca direita, de limites imprecisos, com borramento da gordura adjacente, não sendo possível a dissociação do ceco e do íleo.
Diante desse quadro, a melhor conduta é