“Rodeado de tiras, Fleury surgiu do escuro, apontou um
revólver para Marighella e o intimou a se render. Marighella fixou
o olhar no chefe do Esquadrão da Morte e fez um movimento
com a mão para abrir a pequena pasta preta que trazia consigo.
Fleury começou a disparar e os tiras a seu lado o acompanharam,
motivados por uma reação de pânico diante da fama de valentia
do homem encurralado dentro do Fusca. Os policiais postados
no fundo da rua imaginaram que a guarda de Marighella atirava
e responderam também com disparos. [...] Com cinco balas no
corpo, Marighella teve morte rápida provocada por hemorragia
interna.”
(GORENDER, Jacob. Combate nas trevas: a esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. São Paulo: Ática, 1987. p. 175.)
A morte de Carlos Marighella, em 1969, foi um dos momentos marcantes da repressão militar após o golpe de 1964. Assinale a afirmativa que mostra como a memória sobre Marighella impactou a Nova República.
(GORENDER, Jacob. Combate nas trevas: a esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. São Paulo: Ática, 1987. p. 175.)
A morte de Carlos Marighella, em 1969, foi um dos momentos marcantes da repressão militar após o golpe de 1964. Assinale a afirmativa que mostra como a memória sobre Marighella impactou a Nova República.