Uma unidade de pronto atendimento (UPA) em um município de médio porte registrou um aumento significativo no número de atendimentos de pacientes com sintomas respiratórios agudos, que não se enquadram nas definições de urgência ou emergência. A equipe médica, ao avaliar esses casos, percebeu que muitos poderiam ser manejados na atenção primária, mas os pacientes procuraram a UPA por desconhecimento ou dificuldade de acesso à unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. Diante desse cenário, é fundamental que a gestão da rede de atenção à saúde (RAS) atue para otimizar o fluxo de pacientes e garantir a resolutividade em todos os níveis de complexidade.