Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Recife, a equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e recepcionistas enfrenta um aumento considerável na demanda de pacientes, gerando longas filas e tensões entre os usuários e os profissionais. A comunicação entre os membros da equipe muitas vezes é fragmentada, e a sobrecarga de trabalho dificulta a coordenação das ações. O gestor da unidade percebe a necessidade urgente de otimizar o fluxo de atendimento e melhorar o clima organizacional para garantir a qualidade da assistência.