Durante a avaliação de um recém-nascido com suspeita de paralisia cerebral, o fisioterapeuta observa atrasos no desenvolvimento motor, tônus muscular anormal e reflexos exagerados. A família relata que o bebê tem dificuldade para se alimentar e apresenta movimentos involuntários. A intervenção fisioterapêutica precoce é crucial para otimizar o prognóstico.