A administração colonial brasileira foi estruturada sob a égide do mercantilismo, que pregava leis protecionistas e a expansão colonial. No contexto da Paraíba, esse modelo se manifestou através das capitanias, inicialmente hereditárias e posteriormente reais, com forte influência da economia baseada no sistema de plantation. Esse sistema, caracterizado por grandes propriedades e mão de obra escrava, teve um papel significativo no desenvolvimento econômico da capitania, inclusive no que tange ao tráfico de escravos.