Um paciente idoso, com histórico de acidente vascular cerebral (AVC) há dois anos, apresenta dificuldade em realizar a preensão fina e relata quedas frequentes devido à instabilidade postural. Durante a avaliação fisioterapêutica, observou-se fraqueza nos músculos intrínsecos da mão e uma diminuição da sensibilidade na face medial da mão e do antebraço. O fisioterapeuta suspeita de uma neuropatia periférica associada ao quadro neurológico de base.