Um servidor público municipal de Catas Altas, após cinco anos de efetivo exercício, solicitou licença para tratar de assuntos particulares, conforme previsto em lei. A administração pública, ao analisar o pedido, considerou a necessidade de preencher cargos essenciais para o bom andamento dos serviços. Diante desse cenário, é correto afirmar que a concessão da licença, embora um direito do servidor, está sujeita a critérios que visam garantir a continuidade da atividade administrativa.