A atuação do assistente social na contemporaneidade, especialmente a partir da década de 1990, tem se moldado às dinâmicas impostas pelo capitalismo globalizado, o que exige do profissional uma análise constante das relações entre Estado e sociedade, adaptando suas estratégias de intervenção às novas demandas sociais e tecnológicas, como a crescente digitalização de serviços e a consequente exclusão de parte da população.