Um profissional de enfermagem, ao se deparar com uma situação de risco iminente à vida de um paciente que se encontra inconsciente e sem representantes legais disponíveis, decide intervir prontamente para prestar o socorro necessário, mesmo sem obter consentimento prévio. Tal conduta, amparada pela necessidade e ausência de capacidade de decisão do paciente, está em conformidade com os preceitos éticos e legais que regem a profissão, pois visa resguardar a vida e a integridade do indivíduo em uma circunstância excepcional.