Um paciente de 45 anos comparece à clínica odontológica com queixa de dor espontânea e latejante em um molar superior direito, que se intensifica com estímulos térmicos, especialmente o frio, e persiste por vários minutos após a remoção do estímulo. Ao exame clínico, observa-se uma extensa lesão cariosa em progressão, com pouca dentina interposta entre a cavidade e a câmara pulpar. O teste de sensibilidade pulpar com frio revela uma resposta exagerada e prolongada.