Um professor de filosofia, ao iniciar suas aulas em Cuiabá, busca contextualizar o surgimento do pensamento filosófico. Ele explica aos alunos que a transição do pensamento mítico para o filosófico não foi uma ruptura abrupta, mas um processo gradual. Ele ressalta que, embora o mito utilizasse narrativas fantásticas e sobrenaturais para explicar a origem do universo (cosmogonia), a filosofia, desde seus primórdios com os pré-socráticos, passou a buscar explicações naturais e racionais (cosmologia), utilizando a razão e a coerência como ferramentas.