Em um hospital de grande porte, a enfermeira-chefe de uma unidade de terapia intensiva observa que a equipe de enfermagem demonstra baixa motivação e pouca iniciativa na resolução de problemas clínicos. Para reverter esse quadro e promover o desenvolvimento profissional da equipe, ela decide implementar um programa de treinamento contínuo focado em novas tecnologias e protocolos, além de delegar responsabilidades de liderança em projetos específicos para enfermeiros com maior tempo de casa. Essa abordagem, ao focar apenas em capacitação técnica e em recompensas extrínsecas, garante o desenvolvimento integral dos recursos humanos, promovendo a autonomia e o engajamento a longo prazo.