No Brasil, o reconhecimento da necessidade de proteger o patrimônio histórico e artístico já havia sido apontado nos anos 1920, época em que se registraram iniciativas locais e estaduais. Em 1936, Mário de Andrade foi solicitado a preparar a criação de uma instituição nacional de proteção do patrimônio. Foi esse o documento que foi usado nas discussões preliminares sobre a estrutura e os objetivos do SPHAN (Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), criado afinal por decreto presidencial assinado em 30 de novembro de 1937. (Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas – CPDOC FGV. A Era Vargas: Diretrizes do Estado Novo 1937-1945 – Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Disponível em: <https://goo.gl/6czzC4>. Adaptado) A criação do SPHAN reflete