Na Idade Média a evolução dos colégios mostrou que, se no início o senso comum aceitava sem dificuldades a mistura das idades, chegou um momento em que surgiu uma repugnância nesse sentido, de início a favor das crianças menores. No entanto, essa separação não se aplicou com o fito de distinguir as crianças dos adultos num regime realmente infanto-juvenil. Desejava-se: