A partir de agosto de 2020, a gasolina produzida no Brasil passa a ser produzida e comercializada com uma nova fórmula definida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Esta mudança se refere:
I- A introdução de uma massa específica mínima, ou seja, uma quantidade mínima da substância em um determinado volume; II- Adoção de um novo padrão na contagem da octanagem; III- Adição de 25% de etanol nas gasolinas comum e premium; IV- Inclusão de aditivos alcalinos e benzeno para as gasolinas aditivadas.
Dos itens: