“A presidência de Theodore Roosevelt (1901-1909) [...] adquiriu um objetivo caro e preciso que não conseguia esconder mais a finalidade imperialista. A interpretação dada [...] não passava de uma pitoresca doutrina que permitia castigar as repúblicas latino-americanas por seu mau comportamento. O próprio presidente afirmou: ‘Tudo o que este país deseja é ver que nos países vizinhos reinam a estabilidade, a ordem e a prosperidade. Todo Estado cujo povo se conduza bem pode contar com nossa cordial amizade. Se uma nação se mostrar capaz de atuar com eficiência e decência do ponto de vista social e político, se mantém a ordem pública e cumpre com suas obrigações, não deverá temer intervenções dos Estados Unidos. No entanto, uma desordem crônica ou uma impotência resultante do relaxamento geral dos laços da sociedade poderiam exigir na América, como em qualquer outra parte, a intervenção de uma nação civilizada [...]’.”
(BRUIT, Hector. O Imperialismo. Campinas: Edunicamp/Atual, 1983. p.48.)
O texto base descreve a ação política realizada pelos EUA conhecida como
(BRUIT, Hector. O Imperialismo. Campinas: Edunicamp/Atual, 1983. p.48.)
O texto base descreve a ação política realizada pelos EUA conhecida como