No período medieval, especialmente entre os séculos V e X, após a queda do Império Romano do Ocidente, grande parte das cidades europeias entrou em declínio, e a produção intelectual ficou bastante limitada. Nesse contexto, os mosteiros se tornaram espaços privilegiados de preservação do conhecimento escrito, abrigando bibliotecas e scriptoria responsáveis pela cópia e conservação de manuscritos. Essa concentração do saber nos ambientes monásticos ocorreu principalmente porque: