Conforme o diretor-geral adjunto, Tawfik Jelassi, diretor de Comunicação e Informação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), os países não estão preparados o suficiente para combater a desinformação. Eles são vulneráveis ao impacto negativo da desinformação, o que é uma questão muito importante. Portanto, a desinformação é um risco global e ao longo dos próximos anos todos os países do mundo precisam agir para combatê-la.
O discurso foi pronunciado em entrevista à Agência Brasil, publicada em 20 de maio de 2025. Tawfik Jelass, que esteve no Brasil para participar do Seminário Internacional Cetic.br 20 anos – Dados e Análises para um Futuro Digital Inclusivo, coloca a desinformação como principal risco global à frente das mudanças climáticas, da crise ambiental, dos fluxos migratórios, da violência e do terrorismo.

Com base no texto apresentado, avalie as sentenças a seguir:

I- Jornalismo e desinformação podem ser compreendidos equivocadamente como sinônimos, porque o público em geral não consegue diferenciar o trabalho jornalístico com as informações fraudulentas viralizadas na internet.
II- A publicação falsa em uma rede social leva poucos minutos para se tornar viral. Dependendo do conteúdo, é capaz de provocar danos até irreversíveis à reputação, carreiras políticas e, em certos casos, até à vida das pessoas.
III- As fake news são um fenômeno novo na história do jornalismo. Nasceram nesse tempo de polarização política, com o termo se popularizando após as eleições de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos, em 2016. Em 2020, com a pandemia da COVID, as fake news foram potencializadas, causando sérios danos ao enfrentamento da doença.

Assinale a alternativa CORRETA.