Em 1906, conforme Manuel Carlos Chaparro (2018, p.42), o jornalista americano Ivy Lee tornou-se o fundador das relações públicas, berço da assessoria de imprensa, a partir de um projeto desenvolvido por ele de relações com a imprensa, a serviço de um cliente poderoso, o empresário John Rockefeller. O jornalista, então, enviou uma carta aos editores dos jornais, explicando sua oferta de serviço: “Pretendemos fazer a divulgação de notícias. Isto não é agenciamento de anúncios. Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor na seção comercial, não o usem. (...) E qualquer diretor de jornal interessado será auxiliado, com o maior prazer, na verificação direta de qualquer declaração de fato”.

Com base na carta do jornalista, determine V para verdadeiro e F para falso.

(__) A carta definiu um conjunto de regras ético-morais, em favor do pressuposto da confiabilidade que até os dias atuais é considerado essencial na relação assessor/jornalista dos veículos de mídia.
(__) De maneira educada e firme, assumiu que estaria sempre ao lado do cliente, indicando, por antecipação, seu compromisso somente com os interesses da empresa para qual trabalhava.
(__) Ao dizer “Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor na seção comercial, não o usem”, estava blefando, na intenção de fazer os editores acreditarem nas suas boas intenções e conseguir espaço na mídia para seu cliente.
(__) A carta lançou os pressupostos da assessoria de imprensa e relações públicas que permanecem firmes até os dias atuais.
(__) São conceitos arcaicos, por isso, hoje já não utilizados na profissão, entretanto, valorosos pelo caráter histórico.


Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.