Os extremófilos são adaptados a ambientes com altas (55-80oC) e altíssimas (acima de 80oC) temperaturas. São encontrados em fossas oceânicas e gêiseres. Possuem adaptações para evitar o maior problema da alta temperatura, a desnaturação de proteínas. Suas proteínas têm estruturas mais rígidas e enzimas específicas para garantir o dobramento correto das proteínas. Além disso, dispõem de mecanismos para o reparo do DNA. Esses indivíduos são chamados de